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terça-feira, 30 de julho de 2013

Um fofoqueiro no centro...



Realizava palestra em determinada cidade do interior de um estado brasileiro qualquer, quando após a apresentação um senhor me procura e narra sua experiência.

“Moço, corria o ano de 1977 e eu labutava num centro espírita aqui da cidade. Nesta casa tínhamos um companheiro complicado, sujeito do vinagre, azedo, sua boca era um veneno só. Falava mal de todos, disseminava a fofoca, enfim, homem terrível de conviver. Mas eis que a vida não manda avisar quando a senhora da foice virá buscar e num certo dia recebemos a notícia do desencarne daquele indivíduo. Ataque cardíaco, fulminante! Enfim, estávamos livres dele!

Bom... o tempo passou e eu me esqueci completamente daquela pessoa desagradável, até que no ano de 1997, numa reunião mediúnica, eu tenho vidência e vi um homem sorridente vindo em minha direção. Ele estava bem, como se fosse uma entidade bem resolvida com seus traumas. Por Deus! Identifiquei a presença daquele fofoqueiro. Era ele. Mas como? Como alguém tão malvado poderia apresentar-se bem no mundo dos Espíritos? Até que o mentor da reunião disse-me: Amigo, admira-se de nosso irmão? Pois bem, e eu me admiro de você... Não percebeu que já se passaram 20 anos? Pelo visto, ele caminhou e você ficou estagnado, a julgar os outros, esquecendo-se de que com o tempo, seja aqui ou no além todos crescemos!”

Jesus! Como ficamos presos ao que passou. Não sem motivo Deus estabeleceu como condição reencarnatória o esquecimento temporário. Claro, é preciso desvencilhar-se do passado e de todos os passados, tanto o nosso quanto o dos outros.

Passado apenas para agregar experiência, jamais servir como elemento de condenação. Cada um de nós arca com as conseqüências de seus atos passados que repercutem, não raro, de forma dolorosa no presente. Portanto, o que não precisamos é de julgamentos, sentenças, vibrações contrárias, haja vista que responderemos pelos nossos atos.

Todavia, o mais interessante é nossa visão limitada, de rótulos, que estigmatiza este ou aquele pelos seus equívocos do passado.

Sem perceber, sem refletir, condenamos o outro às trevas quando fechamos o caminho para a luz.

Explico-me: O sujeito errou demais e tenta recomeçar, vai na igreja, no centro ou sei lá, e vamos nós: “Você viu o fulano? Fez um monte de besteira na vida e hoje vai ao centro”. Isso é cruel de nossa parte. As pessoas têm o direito de recomeçar suas vidas, de levantar a poeira e dar a volta por cima.

O que devemos fazer? Simples, orar por elas, orar para que prossigam firmes em seus propósitos. Não podemos ser nós os fiscais da vida alheia, aqueles que tentam impedir o outro de recomeçar. Que bom, que bom poder reconhecer os erros e procurar uma religião, enfim, mudar de vida.

Deus possibilita-nos todas as chances do mundo. Ninguém está deserdado ao erro, ao equívoco, ao vício.

Irmã Rosália, em O Evangelho segundo o Espiritismo deixa a mensagem de que não incomodar com as faltas alheias é caridade moral.

É bem por ai. Caridade moral. Com a mesma ênfase que atendemos o pobre, o necessitado do pão material precisamos atender aquele que necessita do pão do espírito, ou seja, da compreensão, do carinho, da porta aberta para recolocar as coisas no lugar e seguir adiante. Nada de colocar o outro num balaio, estigmatizar. Quem nesta vida não erra?

Se ainda não conseguimos esquecer nossos erros desta existência, que ao menos não lembremos os dos outros para que eles possam recomeçar; recomeçar a busca pela felicidade... afinal, todos temos o direito de prosseguir, e se não queremos nós prosseguir, que ao menos não impeçamos os outros de “ajeitar” novos caminhos rumo ao progresso.

Pensemos nisto!

segunda-feira, 29 de julho de 2013

terça-feira, 9 de julho de 2013

UTILIZAR OU NÃO UTILIZAR DO BOM SENSO?

 http://api.ning.com/files/ddIlk4YPGBKCSVO9P0XqGuXOQCfzG3iiyzB7YIY7qAQ*pW0gUwh9e9pnbqO*M5-f2XWgxgk8iCUAmIZ68HyekgCcMHt0tvBS/Bomsensoehonradez.jpg

Existem duas principais maneiras de tornar possível o impossível, a primeira:
utilizarmos do bom senso; a segunda: não utilizarmos do bom senso. Pode parecer paradoxal esta afirmação, e de fato ela a é. O lado positivo desta questão: a criatividade aflora com mais facilidade a partir de análises meticulosas de questões paradoxais.

Uma interessante informação: se fizermos a seguinte pergunta: “Qual é a qualidade que poucos possuem, mas todos julgam possuí-la?”, a resposta mais óbvia será: bom senso. 

Faça uma pesquisa sobre este tema. Pergunte a dez pessoas do seu relacionamento se elas julgam ter bom senso. Essa é uma das poucas questões em que há unanimidade nas respostas. Todos os seus amigos, sem nenhuma exceção, irão dizer a você que são pessoas de bom senso.

 Mas, como você conhece-os bem, concluirá que não é bem assim... Se quiser continuar a pesquisa, faça a mesma pergunta a uma pessoa que você comprovadamente sabe que, se há uma qualidade que ela não possui, essa qualidade é o bom senso. Porém, essa pessoa totalmente desprovida de bom senso também dirá que tem essa qualidade.

Em meu livro Torne Possível o Impossível, Editora Butterfly, comento sobre o que é uma pessoa de bom senso: “É aquela pessoa ponderada. É aquela que, ao necessitar tomar uma decisão em relação a determinada questão, sabe ponderar, isto é tem habilidade para segmentá-la e atribuir pesos adequados a cada parte da questão. 

Na análise de um problema, a pessoa de bom senso enxerga à sua frente uma pizza fatiada. Cada fatia representa um ângulo do problema a ser analisado. E, assim, a pessoa de bom senso valoriza cada um dos ângulos e toma a decisão mais conveniente, que, como qualquer decisão, certamente desagradará a uns e outros (algo que a pessoa de bom senso tem plena consciência, pois ela sabe respeitar e entender as naturais diferenças de opiniões). 

A pessoa de bom senso também tem consciência de que – uma vez tomada determinada decisão – terá que ‘trabalhar’ os descontentes, pois, caso isso não seja feito, eles poderão influir negativamente no resultado da ação a ser executada. Sabe a pessoa de bom senso que o descontente em relação a determinada decisão geralmente torce (muitas vezes de forma inconsciente até) para a ocorrência do insucesso.”
Vimos que “utilizar o bom senso” é a primeira das duas principais maneiras de tornar possível o impossível. Vamos à segunda maneira de tornar possível o impossível, que é não utilizar o bom senso. “Não utilizar o bom senso!!!!?” Uma vez que esta afirmação contraria o que afirmei em linhas anteriores, não é paradoxal fazer tal afirmação? Acontece que não necessariamente a lógica linear deve prevalecer. 

Conviver com paradoxos, agir muitas vezes de forma não-lógica (considerando o pensamento comum) devem ser características básicas do líder atual. O líder que sempre segue a corrente faz o que todos fazem. E quando uma empresa faz o que todas fazem, ela não inova. E quem não inova não consegue tornar possível o impossível.

Peço especial atenção para a afirmação a seguir: “não utilizar o bom senso”. Perceba que não disse “não ter bom senso”. Em vez de não ter bom senso, escrevi não utilizar o bom senso, o que é bem diferente. 

A pessoa de bom senso pode, por sua conveniência, não o utilizar às vezes. A pessoa de bom senso precisa ter consciência de que assim como em muitos momentos basta utilizar o bom senso, também existirão momentos outros — em número cada vez mais crescente — em que não utilizar o bom senso é a melhor saída. É aquele momento em que você desprende-se das normas, ignora as regras, enfim, reforçando, é o momento em que você contraria o senso comum.

Tornar possível o impossível é conseqüência da inovação. E a inovação é fruto da criatividade que, por sua vez, manifesta-se mais facilmente quando utilizamos de certa irreverência, quando nos libertamos de normas e regras. Por isso é importante deixar o bom senso de lado se quisermos criar um ambiente de certa irreverência.

Embora em alguns momentos possamos reprimir o bom senso para que a criatividade tenha espaço para aflorar, em outros devemos solicitá-lo a fim de colocarmos em ação as idéias inovadoras que nos ocorrerem. Quando utilizar o bom senso? Quando não utilizar o bom senso? O que irá determinar a crucial decisão será o nosso grau de sensibilidade.

Concluindo, utilizemos ou não o bom senso para o aflorar da criatividade, é importante que saibamos que ele sempre deve estar presente na hora de colocarmos em ação as idéias inovadoras que tivemos.


sexta-feira, 28 de junho de 2013

Divaldo Franco sobre as manifestações pelo BRASIL


Clamor social: O clímax e a indiferença dos governantes
Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas…
Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores.
O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.
Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.
A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo.
É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição.
Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.
O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas… porém, em ordem e em paz.
Artigo publicado originalmente no Jornal A Tarde de 20 de Junho de 2013
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Texto de autoria de Divaldo Franco
publicado no Jornal 'A Tarde' de 20/06/13
 
 

"Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cida...des para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas...

Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores.

O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.

Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.

A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo.

É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição.

Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.

O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações.

Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de ( *) invectivar contra as infames condutas... porém, em ordem e em paz."

DIVALDO PEREIRA FRANCO
 
Clamor social: O clímax e a indiferença dos governantes
Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas…
Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores.
O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.
Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.
A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo.
É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição.
Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.
O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas… porém, em ordem e em paz.
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Clamor social: O clímax e a indiferença dos governantes
Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas…
Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores.
O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.
Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.
A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo.
É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição.
Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.
O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas… porém, em ordem e em paz.
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Clamor social: O clímax e a indiferença dos governantes
Quando as injustiças sociais atingem o clímax e a indiferença dos governantes pelo povo que estorcega nas amarras das necessidades diárias, sob o açodar dos conflitos íntimos e do sofrimento que se generaliza, nas culturas democráticas, as massas correm às ruas e às praças das cidades para apresentar o seu clamor, para exigir respeito, para que sejam cumpridas as promessas eleitoreiras que lhe foram feitas…
Já não é mais possível amordaçar as pessoas, oprimindo-as e ameaçando-as com os instrumentos da agressividade policial e da indiferença pelas suas dores.
O ser humano da atualidade encontra-se inquieto em toda parte, recorrendo ao direito de ser respeitado e de ter ensejo de viver com o mínimo de dignidade.
Não há mais lugar na cultura moderna, para o absurdo de governos arbitrários, nem da aplicação dos recursos que são arrancados do povo para extravagâncias disfarçadas de necessárias, enquanto a educação, a saúde, o trabalho são escassos ou colocados em plano inferior.
A utilização de estatísticas falsas, adaptadas aos interesses dos administradores, não consegue aplacar a fome, iluminar a ignorância, auxiliar na libertação das doenças, ampliar o leque de trabalho digno em vez do assistencialismo que mascara os sofrimentos e abre espaço para o clamor que hoje explode no País e em diversas cidades do mundo.
É lamentável, porém, que pessoas inescrupulosas, arruaceiras, que vivem a soldo da anarquia e do desrespeito, aproveitem-se desses nobres movimentos e os transformem em festival de destruição.
Que, para esses inconsequentes, sejam aplicadas as corrigendas previstas pelas leis, mas que se preservem os direitos do cidadão para reclamar justiça e apoio nas suas reivindicações.
O povo, quando clama em sofrimento, não silencia sua voz, senão quando atendidas as suas justas reivindicações. Nesse sentido, cabe aos jovens, os cidadãos do futuro, a iniciativa de invectivar contra as infames condutas… porém, em ordem e em paz.
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terça-feira, 28 de maio de 2013

Ciúme

 Ciúme: prova de desamor.

 

 Prender alguém, por mais dourados que sejam os laços ou as correntes, não deixa de ser uma prova de desamor. Como assim prender alguém? Não, não se trata de cativeiro, sequestro, prisão em grades ou algemas reais nas mãos.
     Referimo-nos antes aos efeitos danosos do ciúme, do sentimento de posse sobre alguém ou das tentativas de manipulação da liberdade de alguém em agir nesta ou naquela direção. Afinal, consideremos que não podemos forçar ninguém a nada, a não ser por força da Lei. O ciúme traz prejuízos de longo alcance, causando sofrimentos para ambos os envolvidos, em autêntica prisão psicológica cujos danosos efeitos não podemos prever.
     É uma prova de desamor porque quem ama não prende, pois o amor não impõe, não censura, não critica; o amor, antes, compreende, tolera, entende, estimula, liberta.
     Quem somos nós para determinar como, quando e onde uma pessoa pode agir, estar ou conviver? Desde que a pessoa haja com decência, dignidade, correção, como querer vigiar-lhe os passos?
     O Jornal da Cidade, de Bauru-SP, em sua edição de 27/01/2008, publicou no suplemento Comportamento, a excelente matéria Uma doença chamada ciúme, assinada por Giuliana Reginatto.   Referida reportagem inclui casos famosos de ciúme, geradores de tragédias comoventes e transcreve trecho importante do livro Ciúme – o lado amargo do amor, de Eduardo Ferreira Santos, doutor em ciências médicas e mestre em psicologia, que extraímos da reportagem citada: “O ciúme é egoísta. A pessoa exerce o ciúme para restringir a liberdade do outro. Podemos compará-lo com a dor: todo mundo sente dor, mas não é normal sentir muita dor, por tempo prolongado. Ficar enciumado com uma determinada situação é diferente de ser ciumento sempre, fantasiando motivos”.
     A reportagem traz também o relato de Cíntia Valadares, que procurou ajuda antes que uma obsessão pelo ex-noivo culminasse em tragédia: “Por causa do meu ciúme ele foi parar na delegacia. Como eu não poderia ir a um jantar com ele e não queria que fosse sozinho, fiz uma denúncia falsa. Inventei que havia sido roubada e que sabia onde o ladrão estava. Dei o endereço da festa e ele ficou detido por quatro horas. Para reatarmos, ele impôs que eu procurasse tratamento”.
     O tema, pois, merece cuidado e atenção, pelos desdobramentos prejudiciais que acarreta nos relacionamentos. Embora tenha usado o título acima para chamar a atenção do leitor, o ciúme é também insegurança, forma de chamar atenção e um verdadeiro transtorno, para o qual os psicólogos estão, estes sim mais do que eu, capacitados para ampliar as considerações sobre causas, consequências e tratamento. Mas é também, sem dúvida, em muitos casos, uma prova de desamor.
     Quem ama, confia! E prender ou constranger alguém, impedir relacionamentos e vigiar, como verdadeira neurose, é caso para terapia. Não somos propriedade de ninguém. Somos seres em aprendizado, necessitados uns dos outros, para nos estendermos as mãos nas experiências que nos façam crescer e conviver com harmonia.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

A todas as Mães do Universo.

Homenagem do Pensador Espirita a todas as Mães do Universo.


Filme E a vida continua.

Para aqueles que não viram, e aqueles que querem rever.

A vida continua, Filme completo.